sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Tá todo mundo louco

E a zona continua



Tá todo mundo louco nessa República de bananas.

Um dia, um ministro do STF, com um profundo desrespeito ao Poder legislativo, suspende uma votação e determina o retorno da proposição à Câmara para nova votação.

No outro dia, um outro ministro, que não é nenhuma flor que se cheire, mete o pau naquele que suspendeu a votação da Câmara dos Deputados.

No meio desse embate, aparece uma presidente bundão que se curva à ilegalidade do ministro de topete.

Tudo isso com a complacência de uma presidente que só sabe falar merda.

Não para por aí.

Noutro dia, um bando de moleque, travestido de Procuradores da república, oferece denúncia contra um ex-presidente ilibado.Pasmem! Nessa denúncia, de 188 paginas, que repetiu a denúncia anterior, não há sequer uma prova que indique, nem por ilação, que o eterno presidente Lula cometeu malfeito.

Para completar, um juiz, que também gosta de aparecer, manda um pastor sonegador depor coercitivamente, como se fosse impossível encontrá-lo no Templo, na hora de receber o dízimo.

Isso tudo está ocorrendo num país governado por uma quadrilha da mais alta periculosidade, que não faz nada a não ser botar no rabo do trabalhador.

Enquanto isso,  os coxinhas, paneleiros filhos da puta não batem uma única panela, todos aplaudem os desmandos de um governo corrupto que eles ajudaram a colocar no poder.

Tenho nojo disso tudo.

Só Deus na causa.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Boa noite. Fiquem com essa bela canção

E a zona continua

Fux invade Legislativo e manda Câmara votar de novo as “10 medidas” do MP


Nunca antes na história do Supremo Tribunal Federal ocorreu algo como o que fez, agora há pouco, o Ministro Luiz Fux.
Ele determinou a devolução, para nova votação, do projeto das tais “10 medidas contra a Corrupção”, já modificado e aprovado por 313 deputados, para que seja novamente votado.
Ou seja, o “tapetão” anulou o jogo já jogado e mandou começar de novo.
E, graças a uma decisão extremamente autoritária do Supremo, liminar de um ministro não pode ser revista por outro, mas apenas pelo plenário. Quando, só Deus sabe.
Óbvio que foi porque o resultado não foi o que agradava ao MP e ao Judiciário, que se empenharam abertamente pelo texto original, acertado entre os procuradores e o relator, Onyx Lorenzoni.
Na decisão, a explicação é que “não foi observado o devido processo legislativo” por tratar-se de um projeto de iniciativa popular – o que, aliás, já foi ironizado por outro Ministro, Gilmar Mendes – o que não permitiria a inclusão de matéria diversa do original.
A “matéria diversa”, no caso, é a responsabilização de procuradores e juízes por abuso de autoridade.
Isto, como se sabe, é tabu. Juiz e procurador não abusa nem quando abusa. E quando abusa muito, mas muito mesmo, vai para casa ganhar sem trabalhar.
Todos são iguais perante a lei, mas nem tanto.

Para não esquecer


Mostrar mais reaçõe

O Brasil virou uma zona


Este país virou uma zona. A mais nova sacanagem foi um famoso ministro do STF dizer que as delações ocorridas no âmbito da Lava Jato podem ser anuladas.Bonito isso, né? Todas as prisões ocorridas na Lava Jato foram decorrentes de delação vazada, e esse cara de pau nunca deu um pio sobre isso, preferiu se omitir. Agora, só porque seus comparsas estão envolvidos até a medula no esquemão da Odebrecht, o sujeito, sem ninguém perguntar, disse que as delações podem ser anuladas. Possivelmente a anulação pregada por ele só vale pra essas delações que acusam Temer Vampiro, Romero Caju, Drácula Serra, o Santo, o Mineirinho e tantos outros meliantes,  para os que  já foram condenados não valem nada. Fica do jeito que estar.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Boa noite

Todo feio e toda bonita


Será que essa lindeza é filha do gatuno Todo Feio mesmo?


Olha só quem pagou o pato


Temer pede para Janot estancar a sangria


11 h



Presidente safado, moleque. Dilma nunca pediu a Janot, ou a quem quer que seja, para encerrar a Lavajato, em nome da economia.E veja que Dilma não tomou nenhuma medida pra botar no cu do povo.Esse escroque usurpador, em nome da PEC da Morte, e da Reforma da Previdência, quer que um Procurador Geral, que não manda em porra nenhuma, acelere as investigações que fisgaram os grandes corruptos do PMDB, PSDB e DEM. Temer não quer que acelere nada, ele quer estancar a sangria, como diria Romero Caju. Temer é tão ridículo que usa a AGU com fim nitidamente político.


Alegando que a divulgação de informações da operação “lava jato” está atrapalhando a “condução de políticas públicas da União”, o presidente Michel Temer pediu à Procuradoria-Geral da República celeridade na conclusão das investigações em curso. Em ofício enviado ao procurador-geral, Rodrigo Janot, Temer também pede que as delações premiadas dos executivos da Odebrecht, em fase final de tomada de depoimentos, sejam, o quanto antes, finalizadas. “Com isso, a eventual responsabilidade criminal dos investigados será logo aferida.”
Temer reclama do vazamento da delação do executivo Claudio Melo Filho e de trechos dos depoimentos de outros executivos. Nelas, o presidente aparece como destinatário de propina paga na forma de doações eleitorais. Segundo a delação de Claudio Filho, o presidente recebeu R$ 10 milhões destinados ao caixa do PMDB.
Segundo Temer, divulgação das informações da "lava jato" atrapalha seus planos de tirar o país da crise.Antonio Cruz/Agência Brasil
No ofício enviado à PGR nesta segunda-feira (12/12), Temer afirma que a divulgação das informações atrapalha seus planos de tirar o país das crises econômica e política. Especialmente a reforma da Previdência e a proposta de emenda à Constituição que estabelece um teto anual para os gastos públicos.
“A condução dessas e de outras políticas públicas a cargo da União vem sofrendo interferência pela ilegítima divulgação de supostas colaborações premiadas em investigações criminais conduzidas pelo Ministério Público Federal, quando ainda não completado e homologado o procedimento da delação”, diz a carta. De acordo com o artigo 7º da Lei 12.850/2013, os depoimentos de delações premiadas são sigilosos até o recebimento da denúncia pela Justiça.
“Num clima de desconfiança, geradora de incerteza, o mister constitucional da União se vê seriamente obstruído”, continua Temer, no ofício. Para o presidente, a divulgação das informações “funciona como elemento perturbador de uma série de áreas de interesse da União”.
O ofício repete o apelo que Temer fez a ministros do Supremo quando pediu a eles que mantivessem o senador Renan Calheiros (PMDB-AL)  na Presidência do Senado. Naquela ocasião, Temer afirmou que retirá-lo do cargo atrapalharia a aprovação de projetos divulgados pelo governo como formas de enfrentar a crise econômica.
A mesma argumentação foi feita no ofício a Janot, Temer reclama que a divulgação das delações foi feita “em um momento do processo legislativo marcado por propostas de reformas estabilizadoras, as quais possuem como objeto temas sensíveis à luz do cenário social e macroeconômico de médio e longo prazos”.
Com isso, também reclama das citações ao senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo, ao próprio Renan, ao deputado Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), ex-articulador do governo na Câmara, entre outros.
Clique aqui para ler o ofício


O choro de Reinaldo Azevedo. Dá-lhe Lula!




DESASTRE: direita burra faz Lula recuperar prestígio eleitoral


Na margem de erro, Lula aparece à frente de todos os oponentes no 2º turno, exc: 38% a 34% contra Aécio e Alckmin e 37% a 35% contra Serra


A direita burra considerava que a exacerbação do clima policial, com o Congresso brasileiro debaixo de vara, acabaria levando água para seu moinho. Bem, não levou. Como previ, os únicos que tinham a ganhar com isso eram os esquerdistas.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda, para a surpresa de ninguém com miolos, traz ninguém menos do que Lula na liderança de todos os cenários de primeiro turno. Sim, Lula, ele mesmo, aquele que já é réu três vezes e que foi denunciado uma quarta vez. No segundo turno, quem se dá bem em todos os cenários é Marina Silva, da Rede.
Posso colocar de outra maneira: quem lidera no primeiro turno é uma das estrelas da Lava Jato que é contra a reforma da Previdência e a PEC do Teto e quem vence no segundo turno é uma liderança que contra a PEC do Teto e a reforma da Previdência. Fica bom assim?
Se a eleição fosse hoje, Lula obteria 25% no cenário em que o candidato tucano fosse Aécio Neves, com 11% — em março, o petista tinha 17%, e o tucano, 19%. Marina fica com 15%. O ex-presidente chega a 26% com Alckmin na disputa, que obtém 8%. A líder da Rede marca 17%. Se o nome do PSDB é José Serra, com 9%, o chefão do PT mantém os 25%. Jair Bolsonaro (PSC-RJ) conquista, nessas hipóteses, respectivamente, 9%, 8% e 9%.
Calma que vem mais coisa
Marina Silva, cujo partido assumiu claramente uma inflexão à esquerda, continuaria a vencer todos os possíveis oponentes no segundo turno: 43% a 34% contra Lula; 47% a 25% contra Aécio; 48% a 25% contra Alckmin; 47% a 27% contra Serra. Não lhes pareceu bom, leitores amigos? Então vamos piorar um pouco.
Ainda que na margem de erro, Lula aparece à frente de todos os oponentes no segundo turno, exceção feita a Marina: 38% a 34% contra Aécio e Alckmin e 37% a 35% contra Serra.
Atenção para o movimento: na comparação com março, Aécio cai de 51% para 34%, e Lula sobe de 32% para 38%; Alckmin vai no período de 45% para 34%, e o petista ascende de 34% para 38%. Serra passa de 49% para 35%, e o ex-presidente oscila de 35% para 37%.
Lula encurta a distância também contra Marina no segundo turno: ela cai de 52% em março para 43% agora, e ele oscila de 31% para 34%: a diferença caiu de 21 pontos para 9.
Se os números estiverem certos, eles evidenciam uma recuperação do prestígio político e eleitoral de Lula, embora ele siga sendo um dos presidenciáveis mais rejeitados, com 44%, empatado com Michel Temer, com 45%. Dizem rejeitar Aécio 30% dos entrevistados; Serra aparece com 20%, empatado tecnicamente com Bolsonaro (18%) e Alckmin (17%). Marina fica com apenas 15%.
Na sexta, fiz uma brincadeira no programa “Os Pingos nos Is”. O “Lula” que imito lançou um apelo à direita burra, sugerindo que o negócio é mesmo botar fogo no país e esculhambar o Congresso. Afinal, esse era o melhor caminho para a recuperação de Lula. Segue o vídeo para quem não viu.

 Encerro. Não existe vácuo na política. Se a ideia é reduzir o país a uma grande delegacia de polícia, todos se igualam. No ambiente de terra arrasada, quem tem mais estrutura e experiência acaba obtendo vantagem ou recuperando o terreno. Agora resta à direita burra torcer para que Lula esteja preso até 2018.
Quem sabe a polícia possa conter o perigo que ela própria está criando com a sua… burrice!

Enquanto a bandidagem indicia e denuncia,a Lula cresce nas pesquisas



247 - Em nova pesquisa Datafolha, divulgada nesta segunda (12), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está na liderança em todos os cenários de primeiro turno da disputa pelo Planalto em 2018. O petista, que já liderava no último levantamento do instituto, realizado em julho, ampliou sua vantagem nas simulações. 
Em um cenário contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), Lula teria 25% das intenções de voto e o tucano, 11%. Com esse resultado, o mineiro fica atrás também da ex-senadora Marina Silva (Rede Sustentabilidade), que aparece com 15% das intenções. 
Contra Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, Lula tem 26%.
Lula também venceria em todos os cenários de segundo turno, com exceção de uma eventual disputa com Marina Silva. Nesta simulação, a ex-senadora teria 43%, contra 34% do petista.
Os três potenciais candidatos do PSDB —Aécio Neves, Geraldo Alckmin e  José Serra— não venceriam em nenhum dos cenários analisados pelo Datafolha.
Veja, na análise de Fernando Brito, como Lula cresce em todas as simulações do Datafolha.

Juiz bundão perde as estribeiras com o advogado de Lula

domingo, 11 de dezembro de 2016

Boa noite.

Peçam desculpas, coxinhas miseráveis!

O santo levou milhões da Petrobras


O amor é lindo

Juiz bundão é escrachado na Alemanha

Eu avisei:Brasileiros acham Temer pior do que Dilma




Um dos principais articuladores do golpe que afastou Dilma Rousseff, Michel Temer assumiu a presidência da República prometendo a recuperação da economia e a união do País, além do fim da corrupção.
Nada disso aconteceu. Os índices econômicos desabam sob o comando de Temer no Planalto, seu governo já teve seis ministros demitidos por algum vínculo com escândalos de corrupção, além dele próprio, e o País continua dividido - agora acrescentando a esfera golpistas arrependidos.
A pesquisa Datafolha divulgada neste domingo 11 comprova que a população não se sente mais satisfeita com o governo do peemedebista. Questionados se "Michel Temer na Presidência está fazendo um governo melhor, igual ou pior que o governo Dilma Rousseff", 40% dos entrevistados da pesquisa Datafolha responderam "pior", 34% igual e apenas 21% melhor. 5% disseram não saber.
O índice de ótimo/bom de Temer caiu de 14% em julho aos atuais 10%. A população considera o presidente falso (65%), muito inteligente (63%) e defensor dos mais ricos (75%), diz ainda a pesquisa. Metade dos brasileiros veem Temer como autoritário e 58%, desonesto. De zero a dez, a nota média dada ao desempenho do governo Michel Temer é 3,6.

Vem aí um acordão para salvar os bandidos do PMDB, PSDB e DEM





Depois do estrago que causou a deleção do corrupto da Odebrecht, tudo leva a crer que o Procurador Geral da República, aquele que tinha um irmão metido em safadeza, vai pedir a invalidação da mesma e, em consequência, o carequinha protetor de Cunha e de tucanos não vai homologá-la.Sinceramente, será uma vergonha se isso ocorrer. Todas as delações, que incriminaram políticos PT foram vazadas e homologadas. Agora, só porque os corruptos graúdos do PMDB, do DEM e do PSDB foram fisgados, um procurador sem-vergonha na cara e um Tribunal que se curva a corrupto não querem homologar a delação.Nessa hora, vou mandar todos os ministros do STF e o chefe da PGR tomarem no cu. Eu tô avisando.

sábado, 10 de dezembro de 2016

Boa noite. Fiquem com essa bela música

Ney Matogrosso - Poema from TvZERO on Vimeo.

Com três tucanos abatidos pela Odebrecht, FHC vai se apresentar em 2017?


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A história recente do Brasil demonstra que políticos do PSDB têm imunidade jurídica no Brasil. Eduardo Azeredo, por exemplo, que foi o pai do mensalão tucano, ainda não foi julgado. João Doria Júnior, logo depois de ser eleito prefeito de São Paulo, disse que nenhum tucano será preso na Lava Jato.
No entanto, apesar de estarem numa categoria de brasileiros "acima da lei", os três principais presidenciáveis tucanos já foram alvejados pela Lava Jato.
Nesta sexta-feira 9, foi a vez de Geraldo Alckmin, o "santo", ser acusado de receber propina de R$ 2 milhões da Odebrecht, em espécie, por meio do cunhado (leia aqui).
A mesma empreiteira também acusou Aécio Neves, o articulador do golpe de 2016, de ser bancado por seu marqueteiro, com recursos da construtora (leia aqui).
Contra José Serra, o "careca", veio a acusação mais grave: R$ 23 milhões na Suíça (leia aqui).
Nesse contexto, uma nova solução pode vir a ganhar força: a volta de FHC, em 2017, por meio de eleições indiretas, ideia que já foi lançada por Xico Graziano, assessor do ex-presidente. Isso, claro, se FHC, que ajudou a das o controle da petroquímica brasileira à Odebrecht, não vier a ser também delatado

Os tucanos corrputos também não vou ficar livre do Terror





DELAÇÃO DA ANDRADE ATINGE AÉCIO, SERRA E ALOYSIO



247 – Dois executivos da construtora Andrade Gutierrez, uma das envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras e investigada pela Operação Lava Jato, citam os nomes das principais lideranças tucanas em acordo de delação premiada.
São mencionados os senadores José Serra (SP), Aécio Neves (MG) e Aloysio Nunes (SP), de acordo com o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder (leia aqui).
Aloysio já é alvo de pedido de investigação da Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal. E Aécio já foi mencionado em depoimento do doleiro Alberto Youssef por ter recebido dinheiro de Furnas.
A empreiteira, que teve seu presidente, Otávio Azevedo, preso em junho, foi a maior doadora de recursos na campanha de Aécio à presidência em 2014. Foram 322 doações, que somaram mais de R$ 20 milhões, de acordo com dados do TSE.

Por que parei de atualizar o blog



Pessoal, estava ausente do blog por conta de afazeres particulares, que cresceram muito. Outro motivo que me fez ausentar do blog foi o fato de o o governo Dilma ter sido derrubado e, com, isso perdi a feira de pão com mortadela que ganhava todos os meses.Acresça-se a isso, que perdi os patrocínios da Odebrecht, da OAS, da Andrade Gutierrez, do Banco Opportunity, Total, Organizações Globo, Grupo Folha e Abril.Veja que o blog está pelado, não tem mais propaganda.Dito isso, na medida do possível foi ficar atualizando o blog. Afinal, são dez anos de luta neste blog e não posso não devo parar. Por último, estou voltando no momento que a República treme e nada melhor que postar matérias desse governo corrupto de Temer.Abraços a todos e todas.

Leia a íntegra da delação do ex-diretor da Odebrecht Claudio Melo Filho


Fernando Rodrigues

Delator cita o presidente Michel Temer e membros da cúpula do governo
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Edifício da Odebrecht em São Paulo
Claudio Melo Filho, ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht, é 1 dos 77 delatores da empreiteira na Lava Jato. Em sua delação ao Ministério Público Federal, Melo cita diversos políticos.
Estão entre os mencionados integrantes importantes do governo de Michel Temer, como o próprio presidente, o ministro da Casa Civil Eliseu Padilha e o secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimentos, Moreira Franco. Os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), também estão no relato.
O texto é do Poder360.
O ex-diretor da Odebrecht detalha o relacionamento da empreiteira com membros do Congresso. Melo cita medidas provisórias e projetos de lei de interesse da empresa em que houve pagamento de propina para a aprovação das propostas. É o caso das medidas provisórias 252 de 2005, que tratava da tributação de Nafta Petroquímica e Condensado, e a MP 563 de 2012, que tratou da alíquota das contribuições previdenciárias sobre a folha de salários devidas pelas empresas.
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